Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!
Sobrevivente em um setor marcado por crises, a Livraria Leitura se prepara para um novo ano de expansão. A maior rede de livrarias físicas do país planeja abrir nove novas lojas e crescer o faturamento acima de dois dígitos em 2026.
O patamar é compatível com o ritmo já adotado pela Leitura e representa um crescimento considerado “pés no chão”, nas palavras do CEO, Marcus Teles.
“Com exceção da pandemia, nosso faturamento cresce acima de dois dígitos desde 2000. Para 2026 vamos manter o ritmo entre entre 12% e 15% - e acrescentar perto de mais 10% com as vendas relacionadas à Copa, que se trata de um efeito não-recorrente”, afirmou o CEO em entrevista à Bloomberg Línea.
Ou seja, em um ano extraordinário, a Leitura pode crescer até 25%.
Teles disse que a experiência é uma das principais estratégias de vendas que sustentam o crescimento da Leitura.
A aposta é pela criação e pelo fortalecimento de comunidades no espaço da livraria, que podem abranger de encontros de clubes do livro e lançamento de novos títulos – o carro-chefe da estratégia - até grupos de trocas de figurinhas. “Realizamos cerca de 3.000 eventos por ano”, disse o executivo e acionista.
⇒ Leia a reportagem: Comunidades e Copa: a receita da maior livraria do Brasil para crescer 25% em 2026
Os futuros das ações dos EUA operam em queda nesta terça-feira (13), enquanto a temporada de balanços ganha força e investidores aguardam os dados de inflação de dezembro em busca de pistas sobre o próximo movimento do mercado.
- Elétricos na mira da Volkswagen. A montadora projeta aumentar as vendas de veículos elétricos em 2026 com o lançamento de modelos mais acessíveis, como o compacto ID. Polo, de cerca de € 25 mil, além de mais de dez novos modelos elétricos na China, em parceria com a Xpeng.
- Mudanças no alto escalão do UBS. O CEO do banco, Sergio Ermotti, planeja deixar o cargo em abril de 2027, segundo informações do Financial Times. Embora a decisão ainda não esteja finalizada, o chefe de gestão de ativos, Aleksandar Ivanovic, desponta como principal sucessor, ao lado de outros executivos do banco.
- Bayer vê vendas em recuperação. Executivos da divisão farmacêutica apontam cinco potenciais blockbusters e mantêm a projeção de crescimento das vendas de até 3% em 2025. O CEO Bill Anderson busca avançar na recuperação da empresa e reduzir os riscos ligados aos litígios do herbicida Roundup.
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